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Vitória 1 - lampiões 1

Vitória 1 - lampiões 1 Um jogo clássico, com um roubo clássico, e uma fumarada à antiga ...

E os lampiões vinham a Setúbal a pensar que vinham passear, mas mais uma vez levaram com os alcorrazes, desta vez foram mais dois, mas o sr árbitro lembrou-se de cortar o anzol e a dose ficou-se pelo empate. Os Vitorianos também estiveram imparáveis e de novo a fumaça verde invadiu o Bonfim... ( ler mais )

Era mais um jogo daqueles que todos os Vitorianos andavam com a excitação à flôr da pele, umá clássica rivalidade, que o resultado da primeira volta pedia uma " vingança " e um apoio incondicional ao Vitória, pois infelizmente melâncias continuam por aí mesmo fora de época, MAS os VITORIANOS souberam e muito bem puxar pelo Vitória de início ao fim.

O VIII por sua vez foi fazendo o que podia, e durante os 90 minutos puxando pela equipa, mas sem dúvida, este jogo na curva ficou marcada pela volta da fumaça verde à curva, já à dois anos que as saudades apertavam por um regresso a algo que todos gostam de vêr mas que por má utilizaçao por parte de outros grupos, todos ficaram proibidos de usar, mas agora voltou de novo neste jogo um colorido diferente que já fazia falta, outras coreografias de outros tempos, que de nada teem de mal, ficaram ainda por se poder fazer, quem sabe um dia mais tarde, por agora foi o possível e deu para voltar a tempos passados.

 >>> VÊR aqui algumas fotos <<<, mais virão em principio até ao final da semana.

 

Quanto ao jogo fica a crónica do jornal " O Setubalense "

 

Manuel Fernandes estudou a lição a rigor

Raposa «encaixotou» o mestre da táctica…

Um jogo de emoções fortes, com dois auto-golos, um golo mal invalidado ao Vitória, um «penalty» falhado ao fecho do pano, ou então até mesmo a noite em que um David humilde, mas inteligente e de atitude, «domesticou» o badalado papão Golias.

O futebol só ganha com o que se viu no interessante, emotivo e competitivo jogo de sábado à noite no Bonfim. Um jogo que teve de tudo: auto-golos, oportunidades, lances bem e mal ajuizados pelo árbitro, e um desfecho dramático, para gáudio sadino e desconsolo encarnado, mas, diga-se, para justiça do desfecho final e do que passou e viveu ao longo dos rijos e emotivos minutos da contenda.

Evidente que este ponto é mais interessantes para as pretensões sadinas, por razões fáceis de entender, de que para as do conjunto de Jesus. Mas convenhamos que foi um ponto mais que justo para o menos credenciado e favorito sobretudo pela capacidade da estratégia congeminada e pelo acerto da sua efectiva prática. Tudo bem estudado, cedo montado (as palavras de Manuel Fernandes na antevisão do jogo não foram inocentes…para encher ainda mais o saco deslumbrado do opositor), de forma simples e objectiva, e depois, para dar certo, uma efectiva correspondência prática, com atitude e sem rodeios. Por esta base montada para «fecho», denso e musculado, dos eixos centrais da intermediária e defensivo, apoiadas numa especial atenção à cobertura das faixas laterais (Bruno e Kaz em grande plano neste capítulo) se teceu uma teia que não deu espaço nem tempo para a organização habitual e poderosa do opositor que, pese o golo feliz cedo conquistado, cedo deixou vir ao de cima claras dificuldades para rasgar o espartilho envolvente. Para mais prejuízo encarnado os sadinos souberam não ficar por aí e com Hélder Barbosa na batuta livre e criativa, no espaço e modo tão a seu gosto, mostraram o outro lado da lição, com atrevimento e sem receios. E tanto assim, a evidenciar esta postura, aos 27m David Luís safou sobre o risco uma recarga de Neca para aos 37m uma «rosca» do citado central proporcionar o golo do empate, um desfecho então mais que justo e adequado ao curso do jogo. O Vitória respeitava, mas não estava ali para dar de barato, encolhido e receoso, para não perder por muitos, mas evidente que sim senhora assumia em pleno o risco de discutir o resultado, de forma inteligente, segura, e com a irreverência e a confiança na estratégia e na capacidade própria da sua aplicação. E tudo isto, ao intervalo, já era evidente: um Benfica molengão, demasiado previsível, como que “anestesiado” na teia contrária.

Enganou-se quem pensou o contrário. A tendência manteve-se, reforçou-se, ganhou ainda mais palco. Benfica sem criatividade, anestesiado; Vitória inteligente e redobrado na atitude e na discussão dos lances. E, aos 59m, veio o grande caso do jogo, no modo e no tempo: Keita marca, dando adequado aproveitamento a primorosa assistência de Barbosa. Um golo limpo, que Jorge Sousa assim não considerou. Era o 2-1, e como seria então depois? Vitória a ganhar, Benfica a perder…

Mas factos são factos: o golo foi limpo, o Vitória foi altamente prejudicado, impedindo de passar então à condição da vantagem a seu favor…

O jogo cresceu ainda mais de intensidade, na discussão plena do resultado. Benfica reclamou «penalty» sobre Di Maria, intensificou a sua acção defensiva com mais jogadores na área, mas o Vitória, discernido, de alma e entrega total, não se coibiu e atento na hora do refresco físico que se impunha (entradas de Ruben e Regula) soube manter-se firme e seguro sem dar grandes oportunidades efectivas ao reforço contrário. Contudo, aos 90+1, o fecho dramático: Jorge Sousa considerou falta de Zoro sobre Kardec. «Penalty», mas Cardozo escreveu direito por linhas tortas, levando a bola a esbarrar na trave superior. Afinal um erro que se limitou a dar o rosto justo pelo que se viu ao longo de todo tempo de um jogo de campeonato sempre intenso, competitivo, e até recheado de «anormalidades», também elas ingredientes que dão sal e pimenta às emoções. Mas sempre correcto, e para que conste.

 

JORGE SOUSA

Uma noite para esquecer. Muito mal no golo invalidado a Keita;  

 

 

Ultima actualizacao : 09-02-2010 10:54

   

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Terça, 09 Fevereiro 2010 00:48
 
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